
Quiche de Tofu e Cogumelos, com Arroz Integral e Legumes Salteados
a riqueza e diversidade da alimentação vegetariana!


O Pão é talvez o alimento mais primordial de todas as civilizações...
actualmente, infelizmente, talvez na maior parte das situações, o pão que se encontra à venda é bastante refinado e fermentado, sendo quase uma utopia conseguir encontrar ainda um bom pão consistente e nutritivo. Uma excelente solução é também tentarmos fabricar o nosso próprio pão ... é certo que numa sociedade tecnocrática em que já quase nada sabemos fazer “com as mãos” isso pode parecer uma proposta remota e complicada ... mas uma coisa é certa, não há pão como o “nosso” e o principal ingrediente, acredito profundamente, é ... o Amor ;O)
Tentem, vão ver que depois de começar ...
na imagem Pãozinho de Sementes feito em casa, Iam Iam!!
"A única razão pela qual pensas que está tudo bem em comer porco mas não gatos é porque foste ensinado a pensar assim. Tenta pensar por ti próprio. E não pela forma como foste ensinado.”
http://just-a-feeling.blogspot.com/2007/11/comias-o-teu-animal-de-estimao.html
As leguminosas, em minha opinião, são talvez o elemento mais preponderante numa alimentação vegetariana equilibrada. Em certa medida a sua importância encontra-se ainda algo sobestimada, mas creio que isso principia cada vez mais a mudar. Eis um artigo que ajudar a abrir um pouco mais de luz sobre o assunto, descrevendo a importância que estas têm, para além de ao nível nutricional, também ao nível ecológico.
Leguminosas ajudam solo e são boa fonte de proteína
henriques da cunha
http://jn.sapo.pt/2007/11/13/sociedade_e_vida/leguminosas_ajudam_solo_e_boa_fonte_.html
Grão, feijão, ervilha e fava estão entre as leguminosas mais comuns
Eduarda Ferreira
O que faziam, ontem, numa sala obscurecida, 400 pessoas, oriundas de todo o Mundo e que pareciam alheadas do tempo luminoso em Lisboa? O mesmo vai acontecer até à próxima sexta-feira, para que fiquem ali feitos um balanço e a transmissão dos avanços conseguidos internacionalmente na pesquisa das plantas leguminosas. Está reconhecido o seu valor nutritivo e até preventivo em diversas doenças, sabe-se que elas contribuem para fixar azoto no solo, mas nem sempre o seu cultivo dá o melhores rendimentos. Na União Europeia e em outras regiões prossegue um esforço de pesquisa para que a fonte proteica das muitas variedades de grão existentes assuma um lugar menos humilde face aos cereais.
Feijão, grão de bico, lentilha, fava, ervilha, tremoço, chicharro. Este um conjunto de entre as leguminosas mais conhecidas entre nós e que, também em muitos outros países, constituem uma das fontes proteicas mais importantes, quer em alimentação humana, quer através dos compostos para animais em que entram. Todas estas plantas têm também em comum a vantagem de fixar o nitrogénio naturalmente e evitando assim maior recurso a fertilizantes poluentes.
Esta 6ª Conferência Europeia sobre Leguminosas faz agora um levantamento do que a ciência investiga nos laboratórios e no terreno quanto às fragilidades destas culturas. A União Europeia tem em curso um projecto integrado sobre a grande família genética que são as leguminosas e em que são abordadas as implicação do seu consumo, produção e transacção. Encontrar novas soluções agronómicas e encontrar novas variedades são os propósitos dessa parceria que envolve 26 países, dos quais 14 da União Europeia. Foram-lhe afectadas verbas no valor de 15 milhões de euros.
"Melhorar o ambiente e a segurança alimentar" será o contributo da ciência para a expansão e rendimento do cultivo destas plantas, disse ao JN o presidente da Associação Europeia de Proteaginosas. De acordo com Álvaro Ramos Monreal, a Europa "está numa situação perigosa", pela dependência das importações. O fraco rendimento do cultivo (sem o apoio de fundos europeus) aliado a doenças das culturas tem ditado essa dependência. A investigação tem sido direccionada para os cereais.
Portugal tem um clima que "impõe muitas limitações", segundo Tavares Sousa, especialista em melhoramento de plantas, a trabalhar no Instituto Nacional de Recursos biológicos, através do Instituto Nacional de Investigação Agrária. Segundo ele, poderemos obter variedades de leguminosas que sofram menos com a sede, as temperaturas altas ou a geada. Mas há, também, anota, uma falha na organização do mercado para o escoamento da produção.
http://jn.sapo.pt/2007/11/13/sociedade_e_vida/leguminosas_ajudam_solo_e_boa_fonte_.html

Segredos da Horta é um projecto que tem por finalidade a divulgação da “cozinha vegetariana” nas suas diversas vertentes (nutricional, psico-biológica e filosófica) e consiste, essencialmente, na realização de “oficinas” práticas de formação no decorrer das quais são transmitidos conhecimentos práticos de confecção e preparação de refeições vegetarianas segundo princípios básicos de uma alimentação natural e saudável.
O trabalho de sensibilização e educação natural parte pois do pressuposto que a aprendizagem prática é o melhor método pedagógico e, de forma simples e descontraída, são abordadas diferentes áreas específicas, com aconselhamento de práticas e “segredos” importantes para o desenvolvimento e descoberta de um estilo de vida saudável e em harmonia com a própria natureza bio-dinâmica do indivíduo.
As características de cada oficina dependem das necessidades e características particulares dos formandos. Preferencialmente, as oficinas são formadas por pequenos grupos de formandos e durante a sua realização, após um breve enquadramento teórico, são preparados e confeccionados diferentes pratos vegetarianos, sendo também exemplificada a variedade de opções de nutrição disponíveis numa dieta vegetariana. As condições específicas de cada oficina são previamente definidas e dependem dos principais objectivos e necessidades concretas de formação procuradas, sendo susceptíveis de ser adaptadas a um conjunto heterogéneo de circunstâncias.
Contacte-nos e marque já a sua formação:
Pedro da Hora – 93 4476236

O Centro Vegetariano apresenta desde esta semana uma calculadora de
nutrientes que poderá ser útil aos que desejam saber se estão a obter os
nutrientes necessários ou quais os alimentos mais ricos em proteínas,
cálcio, etc.
A calculadora apresenta não só valores nutritivos aproximados para
diversos alimentos como também permite calcular os nutrientes que se
obtêm com determinada refeição (basta indicar as quantidades de todos os
alimentos da receita).
Informa sobre o valor nutritivo de uma dieta vegetariana comparando
com alimentos de outros regimes alimentares.
A calculadora poder ser vista em
http://www.centrovegetariano.org/index.php?destin=nutrient_table
Em
http://www.centrovegetariano.org/index.php?destin=downloads&op=show&file_id=11
também pode fazer download de uma tabela de nutrientes com muitos alimentos
*******************************************
http://www.centrovegetariano.org
Ao serviço do vegetarianismo desde 2001
Pelo conhecimento, pela educação,
por um mundo melhor
*******************************************

Embora não se deva “abusar” do consumo de produtos e pratos exóticos, o seu consumo esporádico, para além de permitir diversificar a nossa dieta, pode ser sempre um exercício interessante de descoberta de novos paladares e culturas. O Caril está, como é lógico, muito associado à cultura indiana e é uma especiaria com inúmeras qualidades.
Tofu
Couve (coração, repolho, lombarda ou chinesa)
Cenoura
Sultanas ou tameras
Maçã, banana ou abacaxi
Alho *
Cebola *
Azeite ou Óleo Vegetal
Leite de Côco
Caril
Piri-Piri
Pimenta
Sal
Coentros
Marinda do Tofu:
Shoyu
Gengibre
Sumo de limão
*facultativo
Colocar o tofu a marinar durante algumas horas
Refogar a cebola e alho no azeite ou óleo (ou simplesmente os legumes)
Cortar couve às tiras e colocar no refogado. Colocar também as uvas passas (que devem ficar algum tempo em água) e colocar especiarias.
Quando vegetais estiverem estufados colocar leite de côco e mexer bem.
Colocar Tofu (que pode, ou não, ser previamente frito em azeite)
Acrescentar coentros frescos
Deixar cozer um pouco em lume brando e servir preferencialmente com arroz

the meatrix
Um dos filmes mais “espectaculares” e didácticos disponíveis na internet, extremamente pedagógico sobre a “indústria de produção pecuária” e outras reflexões importantes:
http://www.themeatrix.com/portuguese

O mito do sal
Existe uma ideia generalizada de que o sal é prejudicial para a saúde, pois acontece que essa ideia pode muito bem estar errada. O sal é um alimento bastante rico nalguns sais essenciais, como o magnésio por exemplo. Por outro lado, os desiquilíbrios que poderão existir induzidos pelo sal prendem-se muito mais com factores quantitativos anormais (excesso de sal) e sobretudo qualitativos (a maior parte do sal utilizado é, o que é péssimo, refinado e de má qualidade) do que propriamente com o consumo do sal por si só. Por si só, sobretudo o sal mineral marinho não refinado, biológico, é um alimento com propriedades muito boas e com uma diversidade em termos de utilizações culinárias muito considerável. Devemos pois consumir sal, mas em quantidade equilibrada e de qualidade.
Compostando
Uma grande parte dos resíduos que são produzidos, consiste em matéria orgânica. Curiosamente, entre os resíduos, são também aqueles que poderia ser mais fácil “revalorizar”, nomeadamente através de processos de compostagem. A Compostagem é o completar de um ciclo, em que a matéria orgânica pode perfeitamente ser reintegrada no ciclo natural e, simultaneamente, constituir matéria orgânica fertilizante de elevado valor e qualidade.
“Cozinhar” implica não só termos atenção (e muita de preferência) à origem dos nossos alimentos mas também reflectirmos na solução a dar aos resíduos produzidos, e a compostagem é uma solução extremamente inteligente.
Há então que instituir essa prática tão “sábia” mas infelizmente ainda esquecida.
http://www.hortadaformiga.com/main.cfm
http://www.escolasverdes.org/compostagem/sobre/sobre.html
The Biodegradable Irony [en]
Food and paper decompose by themselves in nature. They are, however, the two largest components in landfills, accounting for nearly 50% of all municipal solid waste. There is more food and paper in landfills than diapers, styrofoam, and tires — combined. According to the EPA, food waste is the #1 least recycled material.


“ Conhecimento que não se transmite é conhecimento condenado à sua própria extinção.”
Segredos da Horta
Um dos principais intuítos de “Segredos da Horta” é permitir a partilha e transmissão de conhecimentos elementares para o desenvolvimento de um estilo de vida saudável, Natural e, por inerência, vegetariano.
A opção por uma alimentação vegetariana, ao contrário do que por vezes se pensa, é relativamente simples e implica, essencialmente, sabermos alimentar-nos de forma “consciente” e reflectida, seguindo alguns princípios fundamentais que podem ser muito úteis.
Segredos da Horta fornece pois formação em alimentação vegetariana (princípios e práticas básicas) e nutrição natural (no sentido mais preciso que a palavra “Natural” pode adquirir), sendo as principais motivações para a sua existência: a divulgação do vegetarianismo e da sabedoria (prática e filosófica também) que lhe está inerente, o desenvolvimento de estilos de vida saudáveis, o respeito pelo meio ambiente e pelo valor da vida e a criação de modelos de desenvolvimento pessoal e social fraternos, através de um respeito mútuo entre todos os seres e laços de cooperação mútua.

Segredos da Horta é uma nova forma de olhar para a arte da nutrição. É uma nova forma de desmistificar ideias pré-concebidas e dar a conhecer esse mundo tão fascinante que é o da alimentação e nutrição vegetariana. Porque a alimentação vegetariana não é só "comer vegetais" mas sim uma imensa filosofia de vida praticada por algumas das mais iluminadas figuras da história da humanidade.
Agora é hora de poder conhecer um pouco mais desse universo e embarcar nesta aventura que lhe vai permitir olhar para o mundo de forma diferente.
É hora de irmos à Horta colher deliciosos legumes!